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Tebet assume Planejamento e revela 'dupla surpresa' com Lula


O ex-presidente José Sarney e o vice Geraldo Alckmin na a posse de Simone Tebet (Foto: Marcelo Camargo/A.Brasil)

A ex-presidenciável Simone Tebet (MDB) assumiu o comando do Ministério do Planejamento e Orçamento na manhã desta quinta-feira (5), pasta recriada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


A cerimônia de posse ocorreu em Brasília e contou com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB); do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT); da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco; do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT); e da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.


Em seu discurso, Tebet agradeceu ao presidente Lula pela "confiança absoluta" ao convidá-la para comandar a pasta. Ela também exaltou o processo eleitoral de 2022, afirmando que "o povo brasileiro foi ouvido" e que "o rito da Constituição foi cumprido".


"O Ministério do Planejamento é um ministério que trata do futuro, mas também do presente. O Orçamento brasileiro está direta e indiretamente presente na vida dos quase 210 milhões de brasileiros. O Planejamento fala do futuro, do Brasil que queremos ser", disse Tebet.


A nova ministra revelou uma conversa que teve com Lula no momento do convite. Ela relata que esperava ser convocada para um ministério direcionado à área social, na qual afirma ter "total sinergia e coincidência" com o petista. Porém o presidente havia insistido que gostaria de confiar-lhe uma pasta em que têm discordâncias para contribuir com o governo.


"Minha surpresa foi dupla, primeiro porque fui escolhida para ser ministra em um convite especial do presidente, e segundo porque fui parar justamente em uma pauta [em] que tenho alguma divergência. Tenho total sinergia e coincidência na pauta social e de costumes, estava pronta e preparada para assumir qualquer tarefa nessa área, mas fui parar na pauta econômica", revelou.


Segundo Tebet, Lula afirmou que é um "presidente democrata", que não deseja ter ao seu lado apenas "os iguais", mas também "os diferentes para se somar", "pois assim se constrói uma nação soberana, igual, justa e para todos".


Fonte: Agência Sputnik

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