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Torres tenta se justificar sobre documento golpista

Diante da apreensão pela Polícia Federal (PF) do documento que pode se tornar uma prova material contra o ex-presidente Bolsonaro, Anderson Torres usou as suas redes sociais para tentar se justificar e ainda provocou o atual ministro da Justiça, Flávio Dino, ao dizer que é preciso "discernimento" para ocupar o cargo.

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

"No cargo de Ministro da Justiça, nos deparamos com audiências, sugestões e propostas dos mais diversos tipos. Cabe a quem ocupa tal posição, o discernimento de entender o que efetivamente contribui para o Brasil", diz Torres.

Continuando a postagem, ele afirma que o documento golpista não seria utilizado.

"Havia em minha casa uma pilha de documentos para descarte, onde muito provavelmente o material descrito na reportagem foi encontrado. Tudo seria levado para ser triturado oportunamente no MJSP. O citado documento foi apanhado quando eu não estava lá…".

O ex-ministro afirma que o documento foi vazado fora de contexto.


"… e vazado fora de contexto, ajudando a alimentar narrativas falaciosas contra mim. Fomos o primeiro ministério a entregar os relatórios de gestão para a transição. Respeito a democracia brasileira. Tenho minha consciência tranquila quanto à minha atuação como Ministro", finaliza.


O Ministro da Justiça, Flávio Dino, reagiu às falas de Torres:


“Se um dia, alguém me entregar um documento desta natureza, na condição de ministro da Justiça, será preso em flagrante, porque se cuida de uma ideia criminosa”, afirmou Dino em entrevista à CNN Brasil.



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