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Transição: Simone Tebet é escolhida para área social

  • 8 de nov. de 2022
  • 3 min de leitura

(Foto: Ricardo Stuckert)

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffman, oficializou nesta terça-feira (8) o convite ao MDB para que a legenda faça parte da equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.


"Gostaríamos muito que o MDB participasse desse conselho político do governo de transição para a gente discutir as questões programáticas, o que vem pela frente, as dificuldades que podemos ter", disse Hoffmann citada pelo G1.


A líder do PT fez a declaração ao lado do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, após reunião na Câmara dos Deputados.


Baleia Rossi disse que o convite será discutido com autoridades do partido mas que vê "espírito colaborativo" dentro da sigla.


"É uma decisão que não vou tomar sozinho. O MDB tem muitos líderes, vou conversar com cada um deles. Mas posso adiantar que vejo no partido um espírito colaborativo [...]. Acredito que até amanhã [7] teremos essa definição", acrescentou.


Ao mesmo tempo, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, anunciou que a senadora Simone Tebet (MDB), vai colaborar com a equipe de transição de governo que cuidará da área de desenvolvimento social.


"Temos dois desafios grandes: um economia, e o outro social. E eles não disputam, eles são sinérgicos. Eles se somam, eles se complementam, eles não são excludentes. É preciso ter uma agenda de eficiência econômica e de competitividade, e de outro lado uma rede de proteção social que é extremamente importante. Então, a Simone [Tebet], com a sua experiência, e com a sensibilidade, a força da mulher, vai trabalhar conosco na área do desenvolvimento social, que é uma área importantíssima", disse Alckmin.


Já Tebet, candidata à Presidência pelo MDB e que apoiou Lula no segundo turno da eleição, comentou que "nessa divisão, não poderia ter outra opção a não ser escolher desenvolvimento social. Isso foi acatado pelo vice-presidente, nós vamos colaborar".


Alckmin, que foi designado por Lula para ser o coordenador da transição de governo, fez o anúncio após encontro com Tebet em Brasília.


Além de Tebet, na assistência social, estão confirmados os nomes de Márcia Lopes (ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome no governo Dilma Rousseff), a economista Tereza Campello e André Quintão (deputado estadual do PT de Minas Gerais).


Equipe econômica

Para a equipe econômica de transição, Alckmin confirmou André Lara Resende e Persio Arida, considerados "pais" do Plano Real, e os economistas Guilherme Mello e Nelson Barbosa, este, ex-ministro da Fazenda e ministro do Planejamento no governo Dilma (2010-2016), mais afetos às demandas sociais. Segundo Alckmin, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega ainda não tem cargo definido, mas também deverá integrar o grupo.


Ao todo, foram estruturados 31 grupos técnicos que vão estudar e analisar cada área do governo federal, como cultura, agropecuária, direitos humanos, educação, saúde, além de economia e desenvolvimento social, entre outros.


Três coordenadores atuam para a transição: Aloizio Mercadante, coordenador do grupo técnico do gabinete de transição; Floriano Pezaro, coordenador-executivo do gabinete de transição; e Gleisi Hoffmann, coordenadora da articulação política do gabinete de transição.


Por lei, o governo eleito tem direito a 50 cargos remunerados para a equipe de transição, mas também pode receber trabalhadores voluntários. O PT estima que mais de 100 pessoas atuarão até a posse de Lula, em 1° de janeiro de 2023.


"O presidente Lula deixou claro que os que vão participar da transição não têm relação direta com ministério, com governo. Podem participar, podem não participar, mas são questões bastante distintas. Esse é um trabalho de 50 dias", disse Alckmin.


Os trabalhos de transição ocorrem no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), local que abriga transições de governo desde 2002 e está localizado a cerca de sete quilômetros do Palácio do Planalto.


Lula se reúne com chefes do Legislativo e Judiciário

Nesta quarta-feira (9), o presidente eleito deve se reunir com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Lula terá encontros também com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, e com a presidente do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber.

 
 
 

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