TRE-RJ defende fiscal que apontou arma para candidato


Após um vídeo que mostra a ação de fiscais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) viralizar no sábado (31), no qual um dos fiscais levanta uma arma e aponta para o grupo que estava sendo abordado, incluindo um candidato a vereador, o órgão divulgou nota em que defende a ação. A atividade de campanha ocorria em Anchieta, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

O candidato é Pedro Gerolimich (PSB), conhecido como Pedro da Liga (do coletivo A Liga) -, segundo o site Metrópoles. O vídeo foi gravado por integrantes do coletivo que estavam no local e divulgado em rede social.

Na filmagem, dois fiscais, sem máscara de proteção contra a Covid-19, forçam a apreensão do equipamento de som e outros materiais usados pelo candidato, que resiste e fala que a ação era “absurda e arbitrária”. Durante o bate-boca, o agente retira à força uma caixa de som das mãos do candidato e faz a ameaça com a arma, e diz que é terceiro sargento da Polícia Militar.

De acordo com o TRE-RJ, muitos fiscais são policiais cedidos pela corporação, que mantém seus deveres de ofício e o porte de arma. A juíza responsável pelas ações de fiscalização na capital, Luciana Mocco, defendeu que a medida é importante para garantir a segurança das equipes. Mocco menciona "uma ameaça de injusta agressão" contra o policial e afirma que irá apurar se houve abuso na ação do fiscal. No vídeo, não se vê a ameaça de agressão alegada.

“Tudo indica que o policial tirou a arma porque havia uma ameaça de injusta agressão. Mas o incidente será apurado com rigor e, caso seja constatado qualquer tipo de abuso, tomaremos as providências”, disse a magistrada.

Segundo o TRE-RJ, a abordagem ao candidato ocorreu porque ele havia instalado uma barraca em frente a um supermercado, além de ocupar a calçada com um boneco de dois metros de altura, quando a legislação eleitoral permite exclusivamente o uso de bandeiras e a colocação de mesas para distribuição de material de campanha, desde que não atrapalhem a circulação de pessoas e veículos.

Assassinato em Magé

O TRE-RJ se pronunciou também sobre o homicídio da cabo eleitoral Renata de Castro Bezerra, ocorrido na manhã de sexta-feira (30), em Magé, na Baixada Fluminense. Segundo o juiz da 148ª Zona Eleitoral (ZE), Vítor Moreira Lima, não há elementos que indiquem motivação política no crime.“Apesar de a vítima ter proximidade com vários políticos de Magé, é cedo e temerário dizer que há relação com o pleito. Os fatos que circundam esse evento brutal levam a crer que se trata de um crime vinculado à esfera da Justiça Comum”.As polícias Federal e Civil investigam o caso.


Com IG

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