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Trump autoriza ações da CIA e prepara ataque contra Venezuela


Navio dos EUA no mar do Caribe em 28 de agosto de 2025 (Foto: Logan Goins/Marinha dos EUA)
Navio dos EUA no mar do Caribe em 28 de agosto de 2025 (Foto: Logan Goins/Marinha dos EUA)

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou nesta quarta-feira que autorizou a CIA a operar secretamente na Venezuela.


Segundo Trump, a autorização foi dada por "dois motivos". Primeiro, porque ele acredita - sem apresentar provas - que a Venezuela "esvaziou suas prisões" em direção aos EUA. Em sua opinião, porém, os criminosos chegaram ao seu país porque tinham "uma política de fronteiras abertas".


"Muitos, muitos países fizeram isso, mas não como a Venezuela", enfatizou o residente da Casa Branca em entrevista coletiva.


E o segundo motivo, acrescentou: "Temos muitas drogas vindas da Venezuela. E muitas das drogas venezuelanas vêm pelo mar."


Antes de Trump confirmar isso, o The New York Times, citando autoridades americanas, vazou que o presidente havia secretamente aprovado a CIA para realizar operações secretas na Venezuela, em meio à dura retórica de Washington contra o presidente Nicolás Maduro. "A nova autorização permitiria à CIA realizar operações letais na Venezuela e conduzir uma série de operações no Caribe contra [Nicolás] Maduro ou seu governo, unilateralmente ou em conjunto com uma operação militar maior", escreveu a publicação.


Durante seu discurso, Trump também disse que está considerando ordenar ataques terrestres contra a Venezuela.


"Não quero dizer exatamente, mas estamos definitivamente mirando o lado terrestre agora", disse o presidente durante a coletiva de imprensa. "Já paramos no mar, agora vamos parar por terra", disse ele sobre o tráfico de drogas.


A medida ocorre em meio a um aumento da presença militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico de drogas. Desde agosto, há um efetivo de 10 mil soldados estadunidenses na região do Caribe, além de oito navios de guerra e um submarino nuclear.


Caracas chamou essas ações de "agressão" e questionou o verdadeiro motivo das operações.


O presidente venezuelano afirma que seu país é vítima de "uma guerra multifacetada" orquestrada pelos EUA. O Estado venezuelano, insistiu ele, está sendo submetido a "agressão armada para impor uma mudança de regime" e um governo "fantoche", a fim de "roubar seu petróleo, gás, ouro e todos os seus recursos naturais".


Muitos líderes mundiais e regionais também consideraram que não há evidências que sustentem a acusação dos EUA contra o presidente.


Com informações da RT

 
 
 

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