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Vídeo: Bolsonaro reage ao ser chamado de 'tchutchuca do Centrão'


(Reprodução)

Em seu terceiro dia de campanha eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro (PL) se envolveu em uma confusão na manhã desta quinta-feira (18) na saída do Palácio da Alvorada. Irritado, após ter sido xingado pelo youtuber Wilker Leão, Bolsonaro tentou tirar o celular da mão dele e o puxou pela gola da camisa e depois pelo braço. Duas horas depois, o presidente voltou a se descontrolar durante uma entrevista coletiva no interior de São Paulo.

O primeiro incidente ocorreu após Bolsonaro parar para sua rotineira sessão de fotos e lives com seus apoiadores na saída da residência oficial da Presidência em Brasília, onde o youtuber também costuma aparecer para fazer vídeos provocando os seguidores do presidente.

Ao começar a fazer perguntas a Bolsonaro, o youtuber foi empurrado por alguém - possivelmente da segurança do presidente. Irritado, passou a xingar Bolsonaro de "vagabundo" e "tchutchuca do Centrão".

Bolsonaro, que entrara no carro para prosseguir sua agenda de campanha eleitoral, acabou saindo do veículo oficial e partiu em direção a Leão. Foi nesse momento que o presidente acabou reagindo com violência, ao puxar o youtuber e tentar lhe tomar o celular.

Após o ocorrido, Bolsonaro acabou conversando com ele por alguns minutos antes de ir para a Base Aérea e seguir para São José dos Campos, em São Paulo, em agenda eleitoral.

Conforme o G1, Leão diz ser cabo reformado do Exército desde 2014 e auxiliar da Assessoria Jurídica da Secretaria de Economia e Finanças do Exército desde 2015. E o objetivo de seu canal é "promover discussão acerca de tudo que está relacionado a esse universo político e militar".

Novo descontrole

Duas horas depois do incidente em Brasília, Bolsonaro voltou a se descontrolar durante entrevista coletiva em São José dos Campos, onde fez campanha nesta quinta-feira (18) ao lado de Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), candidato ao governo do estado.

O descontrole aconteceu enquanto era indagado sobre a reportagem do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles, que revelou que empresários bolsonaristas, como Luciano Hang, da Havan, defendem abertamente um golpe de Estado caso Lula seja eleito no pleito de outubro. Irritado, primeiro, Bolsonaro tentou desqualificar o jornalista Guilherme Amado, dizendo que "esse cara é uma fábrica de fake news".

Confrontado com a informação de que o jornalista publicou imagens das conversas dos empresários golpistas, Bolsonaro em princípio falou: "me mostre isso ai". Os jornalistas disseram que os prints estavam na reportagem, e logo o presidente tratou de desconversar. Foi neste momento que um membro da equipe que o acompanhou na visita se aproximou do presidente. Bolsonaro chegou a alterar a voz: "Ninguém bota a mão em mim. Ninguém bota a mão em mim aqui", disparou ao perceber a aproximação.


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