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Vendas de veículos em maio são as melhores do setor desde 2019


As vendas de veículos nacionais e importados no Brasil registraram uma alta de 15% até o mês de maio, na comparação com o mesmo período do ano passado. É o que revelou balanço divulgado nesta sexta-feira (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).


No acumulado do ano, foram 929,7 mil unidades emplacadas no país. Só no mês de maio, foram 194,3 mil veículos, queda de 12% na comparação com abril e alta de 10% em relação ao mesmo período de 2023.


De acordo com a entidade, é o melhor mês de maio no país desde 2019, com uma média de 9.250 emplacamentos por dia, mesmo com uma queda de 64% no Rio Grande do Sul (o estado responde por 5% do mercado nacional). Além disso, as montadoras registraram o maior nível de empregos desde novembro de 2022, com mais de 103 mil postos, um aumento de 1,3 mil na comparação com abril.


"Indica os primeiros reflexos positivos dos investimentos anunciados pelos fabricantes desde o ano passado", pontuou à Agência Brasil em nota o presidente da entidade, Márcio de Lima Leite, que citou ainda que para cada emprego na indústria, há um efeito de pelo menos dez vagas em toda a cadeia automotiva do Brasil.


Importações de veículos chineses

Já na balança comercial brasileira de veículos automotivos, o volume de importações chegou a 160 mil unidades entre janeiro e maio, uma alta de 38% na comparação com o mesmo período de 2023. Conforme a Anfavea, 82% desse volume é composto pelos modelos elétricos e híbridos de origem chinesa.


"No sentido contrário, as exportações continuam muito abaixo das expectativas. O desaquecimento dos mercados da América do Sul persiste, bem como o crescimento da presença de produtos asiáticos nesses países. Em maio, foram embarcadas apenas 136,3 mil unidades. No acumulado de janeiro a maio, as 193,8 mil unidades exportadas representaram recuo de 29,7% sobre igual período do ano passado", informou a associação.


Já a produção nacional em maio terminou com 166,7 mil novas unidades, o que representa uma queda de 24,9% em relação a abril. "Greves de algumas fábricas e a operação-padrão de funcionários do Ibama e do Ministério de Agricultura e Pecuária (MAPA), responsáveis por liberações ambientais de veículos e contêineres de componentes, também tiveram efeito negativo sobre a produção", acrescentou a entidade.


No sentido contrário, a produção de veículos pesados chegou a 50 mil unidades no acumulado do ano, uma alta de 30% em relação ao mesmo período de 2023.


Com a Sputnik Brasil

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