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Índia antecipa meta e impulsiona transição energética no Sul Global



O ministro de Energia Nova e Renovável da Índia, Pralhad Joshi, declarou que o país alcançou 50% de capacidade instalada de energia não fóssil, cinco anos antes da meta de Contribuição Nacionalmente Determinada submetida sob o Acordo de Paris. A informação foi compartilhada pela ANI, parceira da TV BRICS.


A Índia planeja se tornar um centro global de hidrogênio verde até 2030, com projeção de atingir uma produção anual de 5 milhões de toneladas. Desde o lançamento da iniciativa pelo primeiro-ministro Narendra Modi em 2015, os resultados têm sido expressivos: a capacidade instalada de energia renovável do país já atingiu 266 gigawatts (GW), sendo 137 GW provenientes de energia solar.


Essas conquistas revolucionárias resultam de uma infraestrutura energética robusta, ambiente legislativo favorável, regulamentação financeira eficiente e competição saudável entre estados para atrair investimentos. A Índia dá atenção especial à dimensão social da transição energética: as tarifas de energia solar residencial caíram quase 80%, e o país registrou pela primeira vez, em termos globais, o preço mais baixo de "amônia verde".


Além do aumento na produção, a infraestrutura de apoio também está sendo desenvolvida, incluindo sistemas de armazenamento de energia, corredores de energia verde, plataformas digitais e soluções de gerenciamento de rede baseadas em inteligência artificial.


Atualmente, a capacidade de fabricação local da Índia no setor de energia renovável já alcançou 144 gigawatts, fortalecendo ainda mais sua posição global não apenas como um mercado importante, mas também como centro de manufatura confiável. Para atingir esses objetivos, estima-se que a Índia precisará de mais de US$ 350 bilhões (R$ 1,87 tri) em investimentos.


O ministro Joshi destacou que a Índia está construindo seu próprio caminho de transição energética como um modelo escalável e replicável, especialmente adequado aos países do Sul Global, onde a transição energética deixa de ser um entrave ao desenvolvimento e passa a atuar como um poderoso motor de crescimento econômico e progresso social.


Os países BRICS também estão promovendo ativamente a transição energética, aumentando continuamente investimentos em geração de energia renovável, desenvolvendo tecnologias verdes e aprofundando a cooperação por meio de iniciativas relacionadas ao desenvolvimento sustentável.


O jornal China Daily, parceiro da TV BRICS, citando dados da Administração Nacional de Energia, afirmou que, nos últimos cinco anos, a China construiu o maior e mais rápido sistema de energia renovável do mundo. Nesse período, a participação das fontes renováveis na capacidade instalada total avançou de cerca de 40% para 60%. Até 2035, o país planeja elevar a participação das energias não fósseis no consumo de energia primária para mais de 30%.


Nesse contexto, a mídia Sada El-Balad, também parceira da rede, informa que, desde 2014, o Egito vem implementando uma estratégia energética nacional voltada à incorporação de fontes renováveis à estrutura energética do país. A meta é que essas fontes representem 42% da matriz energética até 2030. Atualmente, o Egito já colocou em marcha uma série de projetos com capacidade instalada total superior a 22 gigawatts, incluindo o conhecido parque solar de Benban e a usina nuclear de El-Dabaa.


A Etiópia segue avançando em sua economia verde ao colocar projetos de energia renovável no centro de sua estratégia de desenvolvimento de longo prazo. De acordo com a Fana Media Corporation (FMC), parceira da TV BRICS, o país lançou o projeto da nova usina hidrelétrica Koysha, com capacidade planejada de 1,8 mil megawatts. A instalação deve contribuir para a eletrificação rural, apoiar o desenvolvimento de polos industriais e melhorar o bem-estar da população. No futuro, a Etiópia também planeja exportar eletricidade para países vizinhos, aproveitando seus abundantes recursos hídricos, com o objetivo de se consolidar como um importante hub de segurança energética e cooperação na África Oriental.


Fonte: TV BRICS

 
 
 

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