R$ 480 mil na casa de Nuzman


A Polícia Federal cumpriu nesta terça-feira dois mandados de prisão e 11 de busca e apreensão como parte de operação que investiga suposto esquema internacional de corrupção para compra de votos para a escolha do Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2016. Agentes da PF chegaram no início da manhã à casa do presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Carlos Arthur Nuzman, para cumprir mandado de busca e entregar uma intimação para prestar depoimento. Na casa do dirigente foram encontrados R$ 480 mil em diferentes moedas. Ele teve o passaporte apreendido e está proibido de deixar o país.

A operação faz parte de investigação iniciada pela França sobre suspeita de que o executivo Arthur César de Menezes Soares Filho, ligado ao ex-governador fluminense Sérgio Cabral, que está preso, fez pagamento de 1,5 milhão de dólares ao filho de um membro do COI três dias antes da votação de 2009 que definiu o Rio como sede dos Jogos Olímpicos.

Bloqueio de bens

O Ministério Público Federal quer o bloqueio de até R$ 1 bilhão do patrimônio de Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Comitê Rio-2016, de Arthur Cesar Soares de Menezes Filho, o "Rei Arthur", e de Eliane Pereira Cavalcante, ex-sócia do empresário, em meio aos desdobramentos da Operação Lava Jato que apuram suposta compra de votos de dirigentes para eleger o Rio de Janeiro como sede dos Jogos do ano passado.

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