Após críticas, Trump apaga imagem que retratava a si mesmo como Jesus
- há 2 dias
- 2 min de leitura
Atualizado: há 2 dias

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em rede social neste domingo (13) uma imagem gerada por inteligência artificial que retratava a si mesmo como Jesus Cristo curando um homem enfermo. Após receber uma avalanche de críticas, inclusive feita por aliados conservadores, o líder norte-americano apagou o post nesta segunda-feira (13).
Questionado pela imprensa estadunidense, Trump negou que a montagem tivesse conotação religiosa. “Não era uma representação disso. Eu publiquei, e achei que era eu como médico. Tinha a ver com a Cruz Vermelha, como um trabalhador da Cruz Vermelha, que nós apoiamos - e só a imprensa falsa poderia inventar essa interpretação”, afirmou, sem convencer nem mesmo aliados..
Na imagem postada em plataforma de sua propriedade, a Truth Social, Trump aparecia vestindo uma túnica branca com uma cobertura vermelha, semelhante à forma como Jesus é tradicionalmente retratado, enquanto abençoava um homem enfermo. O cenário incluía elementos simbólicos como a bandeira dos Estados Unidos, a Estátua da Liberdade, aviões de guerra, aves e figuras que remetiam a divindades.
De acordo com o g1, o jornalista Aaron Blake, da CNN Internacional, destacou que “até mesmo alguns aliados de Trump classificaram [a imagem] como blasfêmia”.
A ex-deputada Marjorie Taylor Greene afirmou que a imagem “é mais do que blasfêmia, é o espírito do anticristo”. Outras figuras influentes do conservadorismo, como Joey Jones, Brilyn Hollyhand e Riley Gaines, também criticaram a publicação.
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, comentou a exclusão da postagem por Trump com a frase: “Agora delete sua presidência”.
Antes da publicação infame, Trump já havia atacado o papa Leão XIV, classificando-o como "terrível" e "fraco", além de criticar as posições do Pontífice sobre as agressões dos EUA e de Israel no Oriente Médio. Em resposta, Leão XIV afirmou que não teme o presidente dos Estados Unidos e que continuará defendendo a promoção da "paz e da reconciliação".









Comentários