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Brasil suspende preventivamente exportações de carne de aves e produtos

  • 20 de jul. de 2024
  • 2 min de leitura

(Foto: Jonas de Oliveira/ANPR/Fotos Públicas)

O Ministério da Agricultura e Pecuária suspendeu preventivamente nesta sexta-feira (19) as exportações de carne de aves e seus produtos para 44 países. O motivo foi a confirmação, no início da semana, de um foco da doença de Newcastle em um estabelecimento de produção avícola no município de Anta Gorda (RS).


O ministério revisou preventivamente os certificados sanitários internacionais (CSI), acordo bilateral entre países parceiros, de forma a atender às garantias e aos requisitos acordados.


"Seguindo-se as regras internacionais de comércio de aves e seus produtos, a suspensão da certificação temporária é conduzida pelo Brasil, de forma a garantir a transparência do serviço oficial brasileiro frente aos países importadores dos produtos", diz a nota divulgada pela pasta.


Entre os produtos com restrições estão carnes de aves, carnes frescas de aves e seus derivados, ovos, carne para alimentação animal, matéria-prima de aves para fins opoterápicos, preparados de carne e produtos não tratados derivados de sangue.


As suspensões estão relacionadas à área ou região com impedimento de certificação, que variam desde a restrição circunscrita a um raio de 50 km do foco identificado até mesmo a suspensão por pelo menos 21 dias para todo o território nacional.


Para países como China, Argentina, Peru e México, a suspensão vale para todo o Brasil, por enquanto.


Para o estado do Rio Grande do Sul, ficam restritas as exportações para África do Sul, Albânia, Arábia Saudita, Bolívia, Cazaquistão, Chile, Cuba, Egito, Filipinas, Geórgia, Hong Kong, Índia, Jordânia, Kosovo, Macedônia, Mianmar, Montenegro, Paraguai, Polinésia Francesa, Reino Unido, República Dominicana, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan, Ucrânia, União Europeia, União Econômica Eurasiática (UEE), Uruguai, Vanuatu e Vietnã.


Já de um raio de 50 km do foco não podem ser exportados carnes de aves; farinha de aves, penas e peixes para uso na alimentação animal; e produtos cárneos cozidos, termicamente processados, não comestíveis derivados de aves para países como Canadá, Coreia do Sul, Israel, Japão, Marrocos, Ilhas Maurício, Namíbia, Paquistão, Tajiquistão e Timor-Leste.


Os certificados para esses destinos com data de produção até 8 de julho não entram nas restrições e poderão ser emitidos.


O ministério salientou que os produtos submetidos a tratamento térmico, como termoprocessados, cozidos e processados, destinados a Argentina, África do Sul, Chile, União Europeia e Uruguai não possuem limitação e poderão ser normalmente certificados.


O Rio Grande do Sul é o terceiro maior exportador de carne de frango do Brasil, atrás do Paraná e de Santa Catarina. Nos primeiros seis meses do ano, o estado exportou 354 mil toneladas, gerando uma receita de US$ 630 milhões (cerca de R$ 3,52 bilhões). Essas exportações representaram 13,82% dos US$ 4,55 bilhões (R$ 25,48 bilhões) gerados pelo país e 14,1% das 2,52 milhões de toneladas exportadas pelo Brasil no mesmo período.


No primeiro semestre, os principais destinos da carne de frango gaúcha foram os Emirados Árabes Unidos (48 mil toneladas — US$ 94 milhões, cerca de R$ 526 milhões); a Arábia Saudita (39 mil toneladas — US$ 77 milhões, cerca de R$ 431 milhões); a China (32 mil toneladas — US$ 52 milhões, cerca de R$ 291 milhões) e o Japão (20 mil toneladas — US$ 43 milhões, cerca de R$ 240 milhões).


Da Agência Sputnik

 
 
 

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