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Brasil voltará ao ranking das 10 maiores economias este ano, prevê FMI


(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O Brasil deve voltar ao ranking das dez maiores economias do mundo em 2023, segundo as novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI). O Brasil saiu do top 10 em 2020 - segundo ano do governo de Jair Bolsonaro (PL) - superado por Canadá, Coreia e Rússia - e, no ano passado, ficou na 11ª posição. As informações são do UOL.


A implementação, pelo governo Lula (PT), de medidas macroeconômicas para promover a retomada do crescimento gerou um impacto positivo ainda no primeiro semestre, com aumento do emprego, recuperação da indústria e sucessivas quedas na inflação. Neste novo quadro atual, o FMI elevou a projeção para o crescimento da economia brasileira, prevendo agora uma alta de 3,1% do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano, ante previsão anterior de avanço de 2,1%.


A recuperação econômica do país levou o FMI então a prever que o Brasil subirá duas posições e passará a ocupar o 9º lugar entre as maiores economias do mundo ainda neste ano. Em 2021, uma década depois de superar o Reino Unido e alcançar a 6ª posição no governo Dilma Rousseff, em 2011, o Brasil já havia despencado para o 13º lugar, demonstrando o fracasso da política econômica de Paulo Guedes-Jair Bolsonaro.


Em abril, o fundo projetava que o Brasil teria a 10ª maior economia do mundo em 2023, com PIB de US$ 1,920 trilhão em valores correntes. Em seu último relatório, divulgado na semana passada, o FMI passou a estimar o valor de US$ 2,126 trilhões para o PIB brasileiro no ano, acima do projetado para Canadá (US$ 2,117 trilhões) e Rússia (US$ 1,862 trilhão).


O diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Rodrigo Valdéz, apontou alguns fatores para a recuperação do Brasil no ranking, como uma mudança nas perspectivas econômicas, as reformas estruturais articuladas pelo governo e a força da agricultura. Em junho, por exemplo, o presidente Lula anunciou o maior Plano Safra da história do país, com R$ 364,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária.


O cálculo também envolve a cotação da moeda brasileira em dólar. Quanto mais valorizado fica o real, mais alto se torna o valor do PIB brasileiro na moeda americana. Em abril, o FMI previa que o dólar valeria R$ 5,13 mas, em outubro, a cotação passou para R$ 4,99. Neste ano, o dólar já caiu 3,6% em relação ao real.


“A revisão em alta para 2023 desde julho reflete um crescimento mais forte do que o esperado no Brasil, impulsionado pela agricultura dinâmica e serviços resilientes no primeiro semestre de 2023”, destacou o FMI no relatório, em reconhecimento dos esforços do governo Lula.


A instituição calcula ainda que o Brasil deverá cair uma posição no ranking em 2025, para o 10º lugar, para se recuperar em seguida, alcançando o posto de 8ª economia mundial em 2026.

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