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Caravana 'Mais mulheres na política': cultura e equidade de gênero

  • 24 de mai. de 2024
  • 2 min de leitura

Nesta quinta-feira (23/5), mulheres de diversas regiões de Niterói participaram de atividades culturais com o objetivo de debater e estimular a atuação feminina nos espaços de decisão. A ação integra a Caravana “Mais Mulheres na Política”, organizada pela Secretaria Nacional das Mulheres do Partido Comunista do Brasil.

Foto: Michele Gomes / Divulgação

Niterói é a primeira cidade a receber a iniciativa inédita, que tem como meta promover a multiplicação de conhecimentos e estratégias para potencializar o protagonismo social e a equidade. As atividades acontecem na Universidade Federal Fluminense (UFF) no campus Gragoatá e na Praça da Cantareira.


Abrindo a programação, as convidadas participaram da “Oficina de Instagram: Primeiros passos para construir suas redes”, com a social media Vanessa Vitorino, que destacou a relevância da ação:


“As mídias digitais têm um papel fundamental para formação e informação. Por isso, ações como essa possibilitam que as mulheres se aprofundem de forma assertiva ao usar as redes sociais, tendo a comunicação a seu favor, ocupando esses espaços”, disse a profissional. Segundo Vanessa, a oficina teve ainda o intuito de levar ao público informações sobre as ferramentas de acordo com as normas vigentes.


A programação contou ainda com uma Oficina do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), que teve como objetivo apresentar princípios básicos da teoria e experimentação prática do método, por meio de jogos e exercícios do arsenal e da Estética do Oprimido, além de discutir conceitos de opressão.

Foto: Michele Gomes / Divulgação

Integrante do CTO, Eloanah Gentil falou sobre o papel da cultura na construção de um mundo menos desigual para mulheres e como o Teatro do Oprimido soma nessa luta:


“A cultura tem um papel fundamental e estratégico contra a desigualdade, seja fortalecendo as ações culturais de base, na criação de rede ou até mesmo na abordagem de temas super sensíveis e complexos, que, por meio da cultura, conseguimos dialogar com leveza.” Segundo a artista, “O Teatro do Oprimido ajuda não só por ser uma ferramenta metodológica criada para debater o contexto de opressão, visando a transformação do mundo, como também com seus desdobramentos práticos e acompanhando o tempo real. A prova disso é que, atualmente, temos a metodologia do Teatro das Oprimidas, que é a revolução dentro da revolução.”


Às 17h, foi a vez da roda de conversa com a participação de: Walkíria Nictheroy (Professora da Rede Municipal de Niterói e dirigente do PCdoB RJ), Natália Cindra (Presidente do PCdoB Niterói), Jô Moraes (Ex-Deputada Federal PCdoB-MG, integrante do Comitê Central PCdoB e do Fórum Nacional Permanente sobre a Emancipação das Mulheres - FNPEM), Jandira Feghali (Deputada Federal PCdoB-RJ) e Enfermeira Rejane (ex-Deputada Estadual PCdoB RJ).


Encerrando a programação, às 18h, DJ Kora, Samba Dandara e Jade Zimbra animaram as convidadas, na Praça da Cantareira.

 
 
 

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