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Cuba responde ameaça de Trump: 'Nenhum agressor encontrará rendição'

  • há 1 minuto
  • 2 min de leitura

Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel com as bandeiras de Cuba e Venezuela (Foto: Granma)
Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel com as bandeiras de Cuba e Venezuela (Foto: Granma)

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que nenhum agressor, por mais poderoso que seja, encontrará rendição em Cuba.


"Nenhum agressor, por mais poderoso que seja, encontrará rendição em Cuba. Encontrarão um povo determinado a defender a soberania e a independência em cada centímetro do território nacional", escreveu ele neste sábado no jornal X.


"A comunidade internacional deve tomar nota e, juntamente com o povo dos Estados Unidos, determinar se um ato criminoso tão drástico será permitido para satisfazer os interesses de um pequeno, porém rico e influente grupo, ávido por vingança e dominação", acrescentou, referindo-se às recentes declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a tomada da ilha.


Nesse contexto, Díaz-Canel denunciou que seu homólogo americano intensificou as ameaças de agressão militar contra Cuba "a uma escala perigosa e sem precedentes".


Trump já havia ameaçado em diversas ocasiões tomar a ilha pela força. Na opinião dele, Cuba tem sido "terrivelmente mal administrada" e possui um "sistema terrível". Em meio à sua ofensiva contra o Irã, o presidente sugeriu a possibilidade de abrir outra frente de conflito no Caribe.


Ameaça dos EUA a Cuba

Em 29 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva declarando "estado de emergência nacional" devido à suposta "ameaça incomum e extraordinária" que, segundo Washington, Cuba representa para a segurança dos Estados Unidos e da região. O texto acusa o governo cubano de se aliar a "numerosos países hostis", abrigar "grupos terroristas transnacionais" e permitir o destacamento na ilha de "sofisticadas capacidades militares e de inteligência" da Rússia e da China.


Com base nessas alegações, foram anunciadas tarifas sobre os países que vendem petróleo para a ilha, juntamente com ameaças de retaliação contra aqueles que agirem contra a ordem executiva da Casa Branca.


Essa medida ocorre em meio à escalada das tensões entre Washington e Havana, que tem rejeitado consistentemente essas alegações e advertido que defenderá sua integridade territorial. O presidente cubano respondeu que "essa nova medida demonstra a natureza fascista, criminosa e genocida de uma conspiração que sequestrou os interesses do povo americano para obter ganhos puramente pessoais".


Em 7 de março, Trump anunciou que "uma grande mudança está chegando em breve a Cuba", acrescentando que o país está "chegando ao fim da linha".


Os Estados Unidos mantêm um embargo econômico e comercial contra Cuba há mais de seis décadas. O embargo, que impacta severamente a economia do país, foi agora reforçado por inúmeras medidas coercitivas e unilaterais da Casa Branca.


Da Agência RT

 
 
 

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