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Currículo do GayLussac inclui aulas obrigatórias de mandarim

O Instituto GayLussac é a primeira escola no Brasil a ter ensino de mandarim no currículo regular obrigatório. O idioma é ensinado desde 2018, através de uma parceria com universidades da China e com o Instituto Confúcio. Recentemente, os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental realizaram a Youth Chinese Test (YCT), uma avaliação de proficiência em mandarim que afere a habilidade no uso diário da língua. A escola teve 80% dos alunos aprovados em sua primeira experiência com a avaliação.

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“Por mais que o objetivo de estudar mandarim seja apenas profissional, conhecer uma cultura longínqua da qual sabemos tão pouco é um passo para uma maravilhosa jornada de descobertas”, explica Luiza Sassi, diretora geral do Instituto GayLussac.


“Estamos aqui cumprindo nosso compromisso de abrir espaços no mundo para os nossos alunos. Eles estão preparados de modo consistente para ocuparem espaços importantes nas Universidades que escolherem. Eles podem ir para ondem quiserem e hoje estão espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Essa é nossa missão. O nosso maior orgulho é saber que, onde estão, fazem a diferença pelo repertório adquirido na escola e pela visão humanista de mundo”, afirma.


A história e a cultura da China são umas das mais ricas e antigas do mundo, e o mandarim, em particular, é uma língua ligada às tradições milenares do país, que é uma potência mundial. Atualmente, mandarim é a segunda língua mais competitiva e relevante do mundo dos negócios, especialmente em áreas como tecnologia, comércio exterior, relações internacionais, turismo e importação. O que poucos sabem é que a língua chinesa garante aprendizados que vão muito além de um idioma e, por isso, tê-la no currículo é um grande diferencial.


Aprender mandarim ajuda a desenvolver habilidades artísticas, porque as palavras escritas são mais caracteres iconográficos do que letras, e esses ideogramas são criados quase como uma pintura. Quando se consegue ler e interpretar um grande número deles, adquirem-se habilidades no campo da comunicação visual, entendendo, por exemplo, as distinções entre essa comunicação e o simbolismo. E isso vale especialmente para crianças.

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“O Mandarim abre portas. Conhecer o idioma, mesmo que a nível básico, é um diferencial. Os alunos me surpreenderam com os resultados. Tenho certeza que irá florescer e dará bons frutos no futuro”, contou a professora de Mandarim do GayLussac, Elizabeth Cabral, que é formada em Língua e Cultura chinesa pela Universidade do Sul da China.


Estudos revelam, ainda, uma associação científica entre aprender mandarim e melhorar a habilidade matemática, pois, contrariando o senso comum, os conceitos matemáticos estão interligados à fluência da linguagem.


Como mandarim envolve aprender língua, sons, desenhos e a matemática como um todo, o idioma acaba ativando mais regiões do cérebro e melhorando o desenvolvimento cognitivo geral, pode se dizer que um estudante de mandarim irá usar mais do cérebro como um todo a qualquer momento. Em teoria, esse maior equilíbrio pode ocasionar em níveis mais altos de criatividade, capacidade de resolução de problemas e inteligência emocional.


Os chineses sempre estiveram trabalhando em diferentes métodos para mostrar ao mundo como os ideogramas são pronunciados, até que nos anos 50 foi criado o sistema pīnyīn, que foi amplamente adotado internacionalmente desde 1982. Apesar de ser muito comum na China, o mandarim também é falado em outros países da Ásia como Malásia, Singapura, Indonésia, Tailândia, Brunei, Filipinas e Mongólia.


Nesse sentido, uma educação multilíngue abre um leque de oportunidades no Brasil e em diversos países que utilizam esses idiomas como língua primária e secundária, além de permitir que os alunos vivenciem diferentes culturas.


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