EUA apreendem mais um petroleiro no Caribe (VÍDEO)
- Da Redação
- há 14 minutos
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As Forças Armadas dos EUA anunciaram a apreensão de mais um petroleiro no Mar do Caribe, alegando que a ação faz parte dos esforços para "acabar com atividades ilícitas e restaurar a segurança no Hemisfério Ocidental".
O navio, Olina, foi abordado sem incidentes na manhã de sexta-feira, informou o Comando Sul dos EUA em um comunicado. O petroleiro ostentava a bandeira de Timor-Leste no momento da abordagem. Segundo relatos, ele havia sido avistado anteriormente viajando da Venezuela e retornado recentemente à região.
“A Operação Southern Spear do Departamento de Guerra mantém-se firme em sua missão de defender nossa pátria, pondo fim às atividades ilícitas e restaurando a segurança no Hemisfério Ocidental”, afirmou o comando.
Imagens divulgadas pelas Forças Armadas dos EUA mostram um grande grupo de militares fortemente armados desembarcando de um helicóptero que pairava sobre o navio-tanque. Em seguida, os militares são vistos se dirigindo à superestrutura da embarcação.
Veja o vídeo:
O Olina é o quinto navio apreendido pelos EUA em meio ao bloqueio imposto à Venezuela. No início desta semana, os militares americanos assumiram o controle de dois petroleiros supostamente ligados ao país, o Sophia e o Marinera, anteriormente conhecido como Bella 1. O primeiro foi apreendido no Caribe sem incidentes.
Este último navio-tanque vinha sendo perseguido pela Guarda Costeira dos EUA desde o final de dezembro, quando sua tripulação se recusou a permitir que militares americanos embarcassem e partiu do Caribe em direção ao Atlântico.
Durante a perseguição, o navio obteve uma autorização de navegação temporária da Rússia, passando a usar a bandeira do país e mudando seu nome.
A embarcação foi finalmente interceptada na quarta-feira em águas internacionais a noroeste da Escócia, em uma operação militar de grande escala dos EUA, com apoio do Reino Unido. Moscou condenou a apreensão da embarcação como uma grave violação das normas marítimas internacionais e uma transgressão da Convenção das Nações Unidas.
Fonte: RT News






