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'Kit intubação' de hospitais privados deve acabar em 48h

  • 20 de mar. de 2021
  • 2 min de leitura

(Reprodução)

Um documento do Conselho Nacional de Saúde (CNS) aponta que o Ministério da Saúde cancelou, em agosto de 2020, uma compra internacional de medicamentos para o chamado "kit intubação".

Com o agravamento da pandemia no país, as reservas dos medicamentos necessários para o procedimento estão se esgotando rapidamente. Faltam remédios para anestesia, sedação e bloqueadores musculares.

Informações das secretarias municipais de Saúde mostram que, em vários estados, os estoques públicos de medicamentos para intubação estão em níveis críticos e podem acabar nos próximos 15 dias.

Por isso, segundo relatório do CSN, após receber a informação de que os estoques do SUS se esgotariam em 15 dias, o governo de Jair Bolsonaro decidiu requisitar na semana passada os estoques da indústria farmacêutica e hospitais privados para tentar suprir a demanda.

De acordo com a associação que representa os hospitais privados - citado pela Folha SP -, o estoque em instituições particulares deve acabar em 48 horas, após essa ação do governo.

O documento do CNS diz que, em 20 de agosto do ano passado, o governo fez o cancelamento de medicamentos que compõem o chamado "kit intubação". Dos 23 itens solicitados, 13 foram cancelados sob a justificativa de "preços acima das estimativas de mercado". O CNS ressalta, entretanto, que o Ministério da Saúde não deu explicações do motivo, embora haja referência apenas à questão de preço.

O relatório do Conselho alerta para o desabastecimento, podendo levar todo o sistema de saúde ao colapso.

"O desabastecimento desses medicamentos coloca em risco toda a estrutura planejada para o atendimento de saúde durante a pandemia do novo coronavírus, pois mesmo com leitos disponíveis, sem esses medicamentos não é possível realizar o procedimento, podendo levar todo o sistema de saúde ao colapso."

O CNS é um conselho que gerencia a saúde no Brasil e é responsável "por realizar conferências e fóruns de participação social, além de aprovar o orçamento da saúde e acompanhar a sua execução".

 
 
 

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