Luiza Sassi defende audiovisual como aliado da educação

Na última terça-feira (24/8), a diretora geral do Instituto GayLussac, Luiza Sassi, participou dos debates do 'I Festival Filmes Que Ensinam - Sessões para assistir e debater história política'. As transmissões aconteceram de 17 a 24 de agosto, de forma gratuita e remota, pela plataforma de streaming educativo Tamanduá Edu.

Divulgação

A escola de Niterói, que incorporou o audiovisual como ferramenta de aprendizado e linguagem, lançou em 2019 um festival de curtas dos alunos da primeira série do ensino médio. Com essa e outras experiências na bagagem, Luiza Sassi falou sobre a importância de desenvolver o pensamento crítico no ambiente escolar, e sobre o audiovisual como aliado da educação, especialmente durante a pandemia, diante dos desafios do ensino online.


“A escola do século XXI deve trazer diversas linguagens para o espaço escolar, e o audiovisual é um recurso muito rico e interessante. Em uma escola que tem a intenção de desenvolver o pensamento crítico, esse recurso permite uma amplitude de visão e de repertório. No tempo da pandemia, o audiovisual contemplou a perspectiva da educação à distância de uma maneira muito positiva, enriquecendo a possibilidade de transformação do professor que precisou aprender a ser um educador on-line,” afirmou Luiza.


Ela ressaltou, ainda, a que o audiovisual cria a possibilidade de transportar o aluno para outros tempos, enriquecendo o aprendizado.

Troféus do Festival de Curtas do Instituto GayLussac / Reprodução

“A gente nunca pode esquecer que no Brasil existe uma diversidade entre as possibilidades de experiências das escolas com o audiovisual. Mas quando eu penso em escola, seja ela com mais ou menos recursos, é como o lugar de pensar. Esse exercício precisa ser provocativo e instigado por todas as camadas: professores, diretores, pais. A escola é um espaço de pensamento vivo e dinâmico”, defendeu.


Novas formas de expressão


Em 2019, o Instituto GayLussac lançou o I Festival de Curtas da 1ª série do Ensino Médio. Com “uma ideia na cabeça e um celular na mão”, os alunos foram instigados a pensar de forma criativa sobre o mundo que os cerca.


“Eles usam a ferramenta do audiovisual de maneira muito ativa. Trazer isso para a escola é legitimar essa linguagem que eles têm”, explicou Luiza.


Durante o período de produção dos curtas, os alunos participam de oficinas de audiovisual sob orientação de profissionais da área. Trata-se de uma experiência coletiva que incentiva os jovens a conhecer as inúmeras possibilidades e multiplicidades de linguagens do cinema.

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