Reino Unido autoriza vacina para uso em uma semana


(Fotos Públicas)

Após recomendação de agência reguladora independente, o governo britânico se tornou o primeiro no mundo a autorizar a vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech.

Com a aprovação, a vacina desenvolvida pela alemã BioNTech e a norte-americana Pfizer, ficará disponível no país europeu a partir da "próxima semana", anunciou o governo britânico nesta quarta-feira (2).

"Hoje, o governo aceitou a recomendação da Agência Reguladora independente de Medicamentos e Produtos de Saúde [MHRA, na sigla em inglês] para aprovar o uso da vacina contra a Covid-19 da Pfizer e BioNTech. Isto segue-se a meses de rigorosos exames clínicos e de uma análise minuciosa dos dados por especialistas da MHRA, que concluíram que a vacina atende a seus rigorosos padrões de segurança, qualidade e eficiência", afirmou o porta-voz do Departamento de Saúde e Assistência Social do Reino Unido.

"A vacina vai estar disponível em todo Reino Unido a partir da próxima semana. O NHS [Serviço Nacional de Saúde] possui décadas de experiência na realização de programas de vacinação em grande escala e começará a pôr em prática os seus extensos preparativos para prestar cuidados e apoio a todos os que são elegíveis para a vacinação", continuou o anúncio público.

Em sua página no Twitter, o diretor da companhia norte-americana comemorou a decisão como um "momento histórico".

A meta do governo britânico é de que, até a Páscoa de 2021 o país possa começar a "retornar à normalidade", mesmo que milhões de pessoas ainda não estejam vacinadas.

Há, porém, um problema de logística para muitos países. No Brasil, o Ministério da Saúde já acenou que a vacina da Pfizer não deverá ser usada por conta das dificuldades de armazenamento e transporte. O principal obstáculo se refere ao fato de que os imunizantes da Pfizer precisam ser mantidos a uma temperatura de -70 graus Celsius.

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins (EUA), o Reino Unido registrou até o momento mais 1,6 milhão de casos de contágio pela Covid-19, enquanto a proliferação da pandemia pelo mundo se aproxima de 64 milhões de casos.

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