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"Uns choram, outros vendem lenço e o BRICS vai vender"

  • 2 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura

A recente guerra tarifária imposta pelo EUA gera adversidades, mas também oportunidades, e o Brasil pode vir a ter ganhos como membro do BRICS, afirmou em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil o senador Irajá Abreu (PSD-TO), que também é presidente do Grupo Parlamentar de Relacionamento com o BRICS.

Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

"A gente tem uma expressão que diz que enquanto uns choram, outros vendem lenço. Então é um problema que está acontecendo mundialmente […]. Nesse contexto, os laços comerciais dos países integrantes do BRICS tendem a se fortalecer, porque temos uma diversidade entre os países do BRICS enorme", ponderou.


Ele deu como exemplo a exportação da soja brasileira para a China, que atualmente já representa cerca de 30% da produção.


"Claro que existe também uma parcela significativa de comercialização de commodities do Brasil para os Estados Unidos, especialmente minério de ferro. Então essas tarifas impostas pelo governo americano acabam criando a necessidade do Brasil de buscar outras alternativas de mercado consumidor. E a China e outros países-membros do BRICS são, sim, uma grande alternativa para esse momento delicado que nós estamos passando, seja para a venda de soja, de carne, de minério, entre outros produtos que o Brasil comercializa no mercado internacional."

Reprodução / Redes Sociais
Reprodução / Redes Sociais

O parlamentar destacou a diversidade da matriz de produção do grupo formado por 11 países para articular a cooperação do Sul Global, o que deve fortalecer as relações comerciais entre seus membros.


"Há produtores de combustível fóssil, de energia renovável, países com vocação em produtos manufaturados e detentores de inovação em tecnologia […]. A tendência é que o bloco fique cada vez mais forte e as relações comerciais possam ser ampliadas."


Ele também comentou os preparativos do XI Fórum Parlamentar do BRICS que o Senado vai organizar entre os dias 3 e 5 de junho e as principais demandas do parlamento em relação ao grupo.


"Existe também um interesse nacional com relação aos investimentos ligados à logística. Nesse contexto, temos aqui um grande projeto da hidrovia do Arco Norte, que passará a ser o novo modal para escoar a produção do Arco Norte do país, que produz quase 40% de toda a soja produzida no Brasil, e que terá nessa perspectiva a hidrovia, meio de transporte mais barato e menos emissor de gases geradores do efeito estufa."


Fonte: Sputnik Brasil, parceira do TODA PALAVRA

 
 
 

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