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Queiroz e família tinham plano de fuga com apoio do capitão Adriano

  • 19 de jun. de 2020
  • 2 min de leitura

Queiroz e a mulher Márcia já tinham um plano de fuga com a ajuda do ex-capitão Adriano, antes deste ser morto

Na investigação que gerou o pedido de prisão preventiva para Fabrício Queiroz e sua mulher Márcia Oliveira de Aguiar, o Ministério Público do Rio encontrou "um plano de fuga organizado para toda a família do operador financeiro que contaria com a atuação do então foragido" ex-capitão do Bope, Adriano Nóbrega, acusado de ser o líder do grupo miliciano "Escritório do Crime" no Rio - ele foi morto durante operação da polícia para capturá-lo, em 9 de fevereiro, no interior da Bahia. O plano foi descoberto pelos investigadores ao localizar mensagens nos celulares de Márcia e de Queiroz.

De acordo com a investigação, Márcia se encontrou pessoalmente com a mãe do líder da milícia, Raimunda Magalhães Veras, na cidade Astolfo Dutra, em Minas Gerais, para traçar detalhes do plano. Foi detectado também um diálogo entre Queiroz e Márcia, em 2 de dezembro, que indica que "o advogado Luís Gustavo Botto Maia teria se reunido previamente com o "Anjo" (codinome do advogado Frederick Wassef) e com Fabrício Queiroz em Atibaia (onde Queiroz foi preso) antes de seguir para a cidade Astolfo Dutra (MG), no dia seguinte". Botto Maia é um advogado que atuava, até então, em causas eleitorais do senador Flávio Bolsonaro - informa o jornal O Globo.

Ao pedir a prisão do casal, o MP-RJ informou a descoberta do plano ao juiz da 27a Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, Flávio Itabaiana Nicolau, que determinou a prisão de Fabrício Queiroz, operador do esquema de rachadinhas no gabinete do então deputado estadual, hoje senador, Flávio Bolsonaro, e de Márcia Aguiar.

O ex-capitão do Bope, Adriano Nóbrega, foi condecorado por Flávio Bolsonaro com a Medalha Tiradentes, maior honraria prestada pela Assembleia Legislativa do Rio. Nóbrega recebeu a medalha, em 9 de setembro de 2005, quando se encontrava preso, acusado de homicídio.

No dia da morte de Nóbrega no interior da Bahia, o presidente Jair Bolsonaro disse que se tratava de "um herói da Polícia Militar".

Fabrício Queiroz, preso nesta quinta-feira (18), está no Presídio de Benfica, no Rio. Márcia Aguiar continua foragida.

 
 
 

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