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Alívios para o cidadão na crise

O TODA PALAVRA  divulga aqui as medidas adotadas em vários níveis de governo para mitigar os danos econômicos causados pelo coronavírus

Para enfrentar os efeitos econômicos da quarentena, várias ações federais, estaduais e municipais estão sendo tomadas e irão ajudar a população a passar pela crise. O TODA PALAVRA está atualizando diariamente essas medidas nas várias esferas, a fim de auxiliar os cidadãos a tomarem conhecimento dos seus direitos e saberem como agir para receber cada um desses benefícios.

 
Para moradores de Niterói

A cidade de Niterói tem sido uma das mais atuantes no combate à pandemia do novo coronavírus. O prefeito Rodrigo Neves tem se valido da boa situação financeira do município - segundo maior arrecadador de royalties do petróleo no Estado do Rio - para implementar ações efetivas, a começar por uma rigorosa quarentena, que tem reduzido a escalada da contaminação, em comparação, por exemplo, com a cidade vizinha do Rio de Janeiro. A postura do município, que, além de investir mais de R$ 200 milhões na sua própria preparação para o combate ao surto, está ajudando São Gonçalo, ao lado, a construir seu hospital de campanha, com uma transferência de R$ 45 milhões para o Fundo Estadual de Saúde, tem recebido elogios até do exterior, como foi citado pelo jornal The Wall Street Journal. Diversas ações, como abertura de um hospital de referência e a criação de 200 leitos, estão sendo tomadas. Veja, abaixo, as principais medidas de Niterói para socorrer os cidadãos e as empresas da cidade.

Banco do Preventório

Você conseguiu garantir o sustento da sua família durante a quarentena do Covid-19?

Pois saiba que grande parte da população do Morro do Preventório, em Niterói, não conseguiu.

São centenas de pessoas que trabalham na economia informal, muitos deles idosos e pessoas em grupo de risco que perderam de um dia para o outro sua fonte de renda e que não têm o que colocar na mesa para o almoço de amanhã.

Estão presos, isolados do mundo. Sua única companhia é a fome.Esta vaquinha será usada para distribuir cestas básicas para a população do Morro do Preventório.

Enfrentando o coronavírus

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Ajuda à Vila Ipiranga

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Para cidadãos fluminenses

O governador Wilson Witzel tem sido um defensor intransigente do isolamento social, como forma de combater o surto de coronavírus, e tem enfrentado publicamente o presidente Jair Bolsonaro, chegando a desafiá-lo, garantindo que não acataria ordens do governo federal para suspender a quarentena. Ele criou um isolamento da capital do estado, onde a proliferação do vírus é mais intensa, com dois níveis de barreira de circulação: um do Rio de Janeiro em relação aos demais municípios da Região Metropolitana e outro desta em relação ao interior do estado. Mesmo com as precárias condições financeiras do Estado do Rio, o governo fluminense tem se empenhado na implantação de infra-estrutura emergencial da área de saúde, com a construção de oito hospitais de campanha, na compra de testes contra coronavírus e no socorro à população com ações em conjunto com a Assembleia Legislativa. Veja as medidas adotadas pelo estado:

 

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Para os brasileiros

Com muitos conflitos internos e dissidências dentro dos próprios ministérios em relação à postura do presidente Jair Bolsonaro, que defende - na contramão da Organização Mundial da Saúde, da quase totalidade dos demais países, da grande maioria de estados e municípios e das recomendações do seu próprio ministro da Saúde - o fim da quarentena como estratégia de combate ao coronavírus, o governo federal tem sido vacilante na aplicação das medidas de socorro à economia e aos cidadãos. O pacote anunciado em apoio às empresas foi considerado pífio pela maioria dos economistas e o socorro aos setores mais vulneráveis da sociedade precisou ser alavancado pelo Congresso Nacional. Inicialmente o governo só queria liberar R$ 200,00 para os trabalhadores informais, que representam 40% da força de trabalho do país. Foi necessário que deputados e senadores reagissem para conseguir elevar esse valor para R$ 600,00 - podendo chegar a R$ 1.200,00 por família. Ainda assim, um conjunto de medidas, na maior parte delas adotadas de forma descentralizada, com origens e iniciativas próprias de diversos órgãos, está sendo implementado. Boa parte delas vem de encontro à proteção de empresas e cidadãos em situação de risco, enquanto outras criam novos procedimentos para a manutenção de serviços importantes da esfera federal, atingidos no seu funcionamento pela desarticulação da sociedade. Veja, abaixo, todas as principais medidas federais:

 

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